Larguei um aqui na sala. Culpei a estagiária. Na lorba. Cardápio do almoço: Almondega e paçoca. Na lorda. Foram checar o esgoto. Checaram o banheiro. Voltaram com o bom ar. Culpei a novata, espalhei o Fubá. Olhei pro lado e ofereci uma menta. E ela: Estou com bafo? E Eu: Porra! Comeu um mendigo no almoço? E ela: Não, comi só salada........
Repolho é foda. Certa vez uma moça bonita arrotou sem querer rabanete na minha cara. Peido bocal? Oh Lord! Justificou sua cara de cú.
E eu: Só salada? E ela: Alface, acelga, Salada de de batata com ovo e frango desfiado. E eu: Desculpa a franqueza, mas a menta não era pra boca.....
Diferente do Cizo, nosso manobrista. Bem vestido, e sangue boníssimo (há 2 quadras de distância). O conhecido derrete o óleo. Jesus Christ! E eu achava que o Jun era o dono do maior corrosivo bafo. Dizem que ele tá com problema no estômago. No estômago o caralho. O cara fala pelo borga....Outro dia eu peguei ele passando hipoglos na boca. Na Lorba. Na lorda. No borga. A BARGA!
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
Com Perdão aos amigos!
Depois de meses sem escrever, atolado em eventos de grandes magnitudes. Voltei. E já começo criticando grande parte dos meus amigos.
Jornalista é uma raça que não vale nada!
Diversas vezes dei entrevistas para jornais, revistas de bairros e programas de tv. Nunca o que eu disse foi ao ar exatamente da mesma forma que falei. Quando fui gravado em vídeo falei a cada duas palvaras o nome do meu evento. Nunca deram créditos. Até aí normal, ninguem dá créditos. Mas quando chegam no evento, prometem mundos e fundos, exigem ser bem tratados e a gente obedece, claro. Existe uma premissa no mercado que é, trate bem os orgãos de imprensa para eles falarem bem do seu evento. Aí o cara edita tudo e coloca uma frase que você gaguejou. Mas eu nunca gaguejo. Kaôoooo.
Na revista IN do tatuapé chegou ao cúmulo de colocarem todas as palavras na minha boca. Eu não disse nada daquilo, acreditem. Pior, me colocaram falando coisas que não poderiam, parecendo que eu favorecia um pessoal do evento e desconsiderava outros. Recebi várias críticas.
Warley Santana, do CQC, através do EM FOCO, mostra pra todo mundo que tv é tudo mentira. Sensacional o quadro. E recentemente foi minha vez de dar o troco.
Vou alterar todos os nomes e anos para não me prejudicar. Fiz um evento para uma montadora renomada, que nos enviou um carro muito raro e super antigo. O profissionalismo é tão grande que ninguem da empresa sabia o ano. Eu, que nunca havia recebido um carro de antes de 1900, soltei: é um carro de 1898. Ninguem questionou. Para minha surpresa, recebo um release oficial da empresa hoje que foi para todos os veículos de mídia do Brasil, dizendo o nome da empresa com 110 anos de história......kkkkkkkkkkkkk. E de quebra recebi e-mails de todo o Brasil querendo conhecer tal raridade. Na imprensa do Brasil vc divulga o que quer e os troxas do outro lado levam a sério todo esse circo. Eu que sou viciado em Tv digo: Duvidem de tudo que o Bonner fala. O Ricardo Boechat da Band apresenta o programa de bermuda. O Vanucci, bom, o Vanucci eu nem comento. Mas quando vc acha que aquele cara já fez todas as merdas que podia, lá vem o Kajuru pedindo para ser processado de novo. Vão processar. Ele vai ganhar. E eu vou cascar. E a TV Kajuru promete. Vejam esse vídeo resposta ao luciano "o Porco" do Valle.
Foda-se tudo isso. O que interessa é que Nostradamus ficou pequeno. Pega essa do Papai Diná!!
Jornalista é uma raça que não vale nada!
Diversas vezes dei entrevistas para jornais, revistas de bairros e programas de tv. Nunca o que eu disse foi ao ar exatamente da mesma forma que falei. Quando fui gravado em vídeo falei a cada duas palvaras o nome do meu evento. Nunca deram créditos. Até aí normal, ninguem dá créditos. Mas quando chegam no evento, prometem mundos e fundos, exigem ser bem tratados e a gente obedece, claro. Existe uma premissa no mercado que é, trate bem os orgãos de imprensa para eles falarem bem do seu evento. Aí o cara edita tudo e coloca uma frase que você gaguejou. Mas eu nunca gaguejo. Kaôoooo.
Na revista IN do tatuapé chegou ao cúmulo de colocarem todas as palavras na minha boca. Eu não disse nada daquilo, acreditem. Pior, me colocaram falando coisas que não poderiam, parecendo que eu favorecia um pessoal do evento e desconsiderava outros. Recebi várias críticas.
Warley Santana, do CQC, através do EM FOCO, mostra pra todo mundo que tv é tudo mentira. Sensacional o quadro. E recentemente foi minha vez de dar o troco.
Vou alterar todos os nomes e anos para não me prejudicar. Fiz um evento para uma montadora renomada, que nos enviou um carro muito raro e super antigo. O profissionalismo é tão grande que ninguem da empresa sabia o ano. Eu, que nunca havia recebido um carro de antes de 1900, soltei: é um carro de 1898. Ninguem questionou. Para minha surpresa, recebo um release oficial da empresa hoje que foi para todos os veículos de mídia do Brasil, dizendo o nome da empresa com 110 anos de história......kkkkkkkkkkkkk. E de quebra recebi e-mails de todo o Brasil querendo conhecer tal raridade. Na imprensa do Brasil vc divulga o que quer e os troxas do outro lado levam a sério todo esse circo. Eu que sou viciado em Tv digo: Duvidem de tudo que o Bonner fala. O Ricardo Boechat da Band apresenta o programa de bermuda. O Vanucci, bom, o Vanucci eu nem comento. Mas quando vc acha que aquele cara já fez todas as merdas que podia, lá vem o Kajuru pedindo para ser processado de novo. Vão processar. Ele vai ganhar. E eu vou cascar. E a TV Kajuru promete. Vejam esse vídeo resposta ao luciano "o Porco" do Valle.
Foda-se tudo isso. O que interessa é que Nostradamus ficou pequeno. Pega essa do Papai Diná!!
sexta-feira, 22 de agosto de 2008
J.U.N.K.Y C.L.A.N - Os anões menisquentes
Sem querer, entrei no Youtube e achei essa preciosidade. Não sei quem fez, mas ficou muito bom! Pra ficar claro que os anões menisquentes ainda estão por aí......Sensacional!!
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
Outono
Era inverno. Fazia frio. Ainda assim, o tempo aberto. Na sala daquela casa fria, uma lareira se destacava. Todos queriam estar ali. Todos os dias muitas visitas. Agradável.
Seis horas e pouco da manhã, o mesmo ritual. Cortar lenha, pegar pinhão, ligar o fogo e esperar as visitas. Mesmo nos momentos mais particulares, as visitam eram prioridade. Não fosse a alma das pessoas daquela casa, fatalmente não estariam mais juntos.
Amanheceu claro. O alto da montanha reservada para a meditação, o gelo já não era mais firme. O calor. O sol.
Durante 9 meses, a lareira não tinha mais função. O calor, por mais latejante que pudesse estar, deixava a casa mais e mais fria. As visitas não apareciam.
Era verão. Fazia Frio. E o tempo, fechado.
No primeiro floco de neve que do alto da montanha surgia, o ritual quase esquecido parecia ganhar força. A lenha, o pinhão. Mas nada de visitas. Como quem não quer nada, observou. Percorreu quilômetros e concluiu. Todas as casas dali tinham lareira. Todas lotadas.
Quando voltou pra casa, chorou. O seu filho nasceu.
Era primavera. Fazia Frio.
Seis horas e pouco da manhã, o mesmo ritual. Cortar lenha, pegar pinhão, ligar o fogo e esperar as visitas. Mesmo nos momentos mais particulares, as visitam eram prioridade. Não fosse a alma das pessoas daquela casa, fatalmente não estariam mais juntos.
Amanheceu claro. O alto da montanha reservada para a meditação, o gelo já não era mais firme. O calor. O sol.
Durante 9 meses, a lareira não tinha mais função. O calor, por mais latejante que pudesse estar, deixava a casa mais e mais fria. As visitas não apareciam.
Era verão. Fazia Frio. E o tempo, fechado.
No primeiro floco de neve que do alto da montanha surgia, o ritual quase esquecido parecia ganhar força. A lenha, o pinhão. Mas nada de visitas. Como quem não quer nada, observou. Percorreu quilômetros e concluiu. Todas as casas dali tinham lareira. Todas lotadas.
Quando voltou pra casa, chorou. O seu filho nasceu.
Era primavera. Fazia Frio.
Ivan Sesha
"A meditação não reside numa profunda reflexão mental sobre a realidade. Nem tampouco consiste em um relaxamento físico para buscar o equilíbrio do corpo. A meditação transcende toda alternativa física ou mental para levar-nos a mundos insuspeitados, a realidades que se encontram ocultas por trás dos véus dos pensamentos, da mesma forma que a espessura das nuvens velam o imenso sol durante o dia." (Sesha)
O cara vem pro Brasil...
O cara vem pro Brasil...
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
Olheira
A noite é dia. Pelo menos uma vez a cada 4 anos, o nacionalismo aflora. Errado, eu sei. Seja na copa do mundo ou em uma olimpíada. E apesar de todas as teses sobre o falso nacionalismo, que eu até concordo, eu fico pilhado. Já no primeiro fim de semana de competição, troquei total o dia pela noite - que já tá virando praxe, uma vez que os orientais são sede (copa e Beijing). Acelerei os batimentos na luta do João Derly - bicampeão mundial - e após sua primeira vitória, uma derrota sem nenhuma explicação. Foi assim com a Daine dos Santos em Atenas, com o Sheidt em Sidney. Não sei o que acontece, quando favoritos, os brasileiros não performam o esperado. Pressão, stress, imprensa, sei lá, dá merda. O Thiago Pereira, grande esperança brasileira se classifica pra final com o segundo melhor tempo da sua carreira, crava 4'11" e se garante em uma final olímpica - o que pra muitos já é um grande feito.
Chega na final e nos primeiros 300 metros configura entre os medalhistas, ainda no campo visual do Michael Phelps. Daí então que entra os últimos 100 metros no estilo livre e o brasileiro some do pelotão de elite. Resultado, chega em último com o seu pior tempo no ano 4'15". Covardia dizer que o Phelps ganhou, batendo o recorde mundial com só 4'03", quase meia piscina na frente do restante e dois corpos a frente do antigo (e dele) recorde mundial.
As olimpíadas me empolgam. No Judô, que eu amo assistir, acordei cedo nesta manhã pra ver as primeiras medalhas do Brasa. Ventou forte no Babilônia. Em 23 Segundos Leandro Guilero, ganha a o bronze com um Ipon insano em cima do Iraniano. A Brasileira Dos Santos, papou a primeira medalha para o judô feminino, e até agora acho que não se deu conta de tal feito. Pro Brasil, bronze é ouro. E estamos na frente da Argentina com um único bronze. Mesmo assim atrás do Azerbaijão.
Espelhar a China na condução do esporte no país é nossa meta. Em Atenas 2004, não haviam chineses de ponta na natação. Em Beijing 2008, três promissores ouros. Resultado do Projeto 159 - onde os chineses incentivaram a prática de diversos esportes que rendem muitas medalhas como a natação e onde eram fracos. Total de 159 novas medalhas a serem disputadas. 2 já se concretizaram.
O pior de tudo isso é ouvir o Nuzman, presidente do COB dizendo: "Estamos felizes porque subimos no ranking mundial. Hoje estamos equivalente a Espanha no quadro de medalhas de olimpiadas e campeonatos mundiais."
Porra! Pera lá, tá bom que a Espanha está na Europa, que vários amigos estão lá, que é primeiro mundo, mas a Espanha se não me engano tem 1/4 da população brasileira. Acho que devemos comemorar nosso crescimento, mas dizer que empatar com a Espanha é a glória, é demais.
Sou mesmo mais nacionalista na olimpíada. Sofro junto com os brasileiros em especial no Judô. Torço pro hipollito não cagar na hora H. Mas olimpíada no Brasil, desculpe, eu nem quero.
O Ninho impressiona.

E o Cubo, não existe.
Chega na final e nos primeiros 300 metros configura entre os medalhistas, ainda no campo visual do Michael Phelps. Daí então que entra os últimos 100 metros no estilo livre e o brasileiro some do pelotão de elite. Resultado, chega em último com o seu pior tempo no ano 4'15". Covardia dizer que o Phelps ganhou, batendo o recorde mundial com só 4'03", quase meia piscina na frente do restante e dois corpos a frente do antigo (e dele) recorde mundial.
As olimpíadas me empolgam. No Judô, que eu amo assistir, acordei cedo nesta manhã pra ver as primeiras medalhas do Brasa. Ventou forte no Babilônia. Em 23 Segundos Leandro Guilero, ganha a o bronze com um Ipon insano em cima do Iraniano. A Brasileira Dos Santos, papou a primeira medalha para o judô feminino, e até agora acho que não se deu conta de tal feito. Pro Brasil, bronze é ouro. E estamos na frente da Argentina com um único bronze. Mesmo assim atrás do Azerbaijão.
Espelhar a China na condução do esporte no país é nossa meta. Em Atenas 2004, não haviam chineses de ponta na natação. Em Beijing 2008, três promissores ouros. Resultado do Projeto 159 - onde os chineses incentivaram a prática de diversos esportes que rendem muitas medalhas como a natação e onde eram fracos. Total de 159 novas medalhas a serem disputadas. 2 já se concretizaram.
O pior de tudo isso é ouvir o Nuzman, presidente do COB dizendo: "Estamos felizes porque subimos no ranking mundial. Hoje estamos equivalente a Espanha no quadro de medalhas de olimpiadas e campeonatos mundiais."
Porra! Pera lá, tá bom que a Espanha está na Europa, que vários amigos estão lá, que é primeiro mundo, mas a Espanha se não me engano tem 1/4 da população brasileira. Acho que devemos comemorar nosso crescimento, mas dizer que empatar com a Espanha é a glória, é demais.
Sou mesmo mais nacionalista na olimpíada. Sofro junto com os brasileiros em especial no Judô. Torço pro hipollito não cagar na hora H. Mas olimpíada no Brasil, desculpe, eu nem quero.
O Ninho impressiona.

E o Cubo, não existe.
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
8 antes dos 7 palmos
Seguindo a sugestão de Alá, segue abaixo 8 coisas necessárias antes da pá de cal.
-Pular de um avião, sem dúvida, me faz borrar as calças. Quem já fez, diz que é muito foda. Se eu não amarelar no avião, até o final desse ano, eu vou.

-Copiando o Jonny Estrela - Gastar 1 milhão de reais.
-Ter um carro estilo SUV (utilitário esportivo) - de preferência o da Ferrari.

-Voltar ao Peru e desta vez sim xamanizar com os Índios.

-Passar pelo menos mais 1 ano no mochilão europeu.
-Ver meu(s) filho(s) nascer, crescer e me enterrar.

-Fazer "a" festa de casamento - sim, eu já casei.
-Cagar do topo de um castelo feudal num daqueles dutos que levam a bosta para baixo.
-Esmurrar alguém no transito e depois pedir desculpas. Negar o bafômetro a um policial. Ou seja, ser um pouco mais Anísio.

-Comprar um Buldog.

-Imitar alguma cena de Medo e Delírio.

-Passar em frente a sede da Rota de Bundão Lelê na janela.
Depois disso, rest in peace.
-Pular de um avião, sem dúvida, me faz borrar as calças. Quem já fez, diz que é muito foda. Se eu não amarelar no avião, até o final desse ano, eu vou.

-Copiando o Jonny Estrela - Gastar 1 milhão de reais.
-Ter um carro estilo SUV (utilitário esportivo) - de preferência o da Ferrari.

-Voltar ao Peru e desta vez sim xamanizar com os Índios.

-Passar pelo menos mais 1 ano no mochilão europeu.
-Ver meu(s) filho(s) nascer, crescer e me enterrar.

-Fazer "a" festa de casamento - sim, eu já casei.
-Cagar do topo de um castelo feudal num daqueles dutos que levam a bosta para baixo.
-Esmurrar alguém no transito e depois pedir desculpas. Negar o bafômetro a um policial. Ou seja, ser um pouco mais Anísio.

-Comprar um Buldog.

-Imitar alguma cena de Medo e Delírio.

-Passar em frente a sede da Rota de Bundão Lelê na janela.
Depois disso, rest in peace.
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